10.24.07
Nota de estágio.
Finalmente recebi notícias sobre a minha nota de estágio. Surpreendentemente tive 17 valores. Escusado será dizer que dei pulos de alegria, principalmente porque não esperava que fosse essa a nota, tendo em conta que quando estava a escrever o relatório tudo me parecia desconexo e muito simples…
Por ser a última nota do curso e, para mim, a mais importante, deixo aqui os agradecimentos que fiz no relatório:
“O estágio não correria como correu se não fossem algumas pessoas. É para elas que deixo aqui uma palavra de agradecimento:
À minha família pelo incondicional apoio em todas as minhas decisões;
Aos meus amigos que me ajudaram e deram força para continuar quando estava quase a desistir;
Ao Marcelino, à Rosa e ao Marcos por terem sido a minha família durante três meses;
À professora Anabela Carvalho pela constante disponibilidade;
Agradeço também à fabulosa equipa de jornalistas do DN com quem tive o prazer de me cruzar:
Ao Filipe Morais pela serenidade;
À Luísa Botinas por levantar o ânimo de todos com as suas “baboseiras”;
À Ana Mafalda Inácio pela seriedade;
À Isaltina Padrão pelo carinho e também por ser uma “mulher do norte” que diz os “erres”;
À Kátia Catulo por estar sempre disposta a ajudar;
Ao Daniel Lam pelas dicas jornalísticas;
À Susana Leitão pela frontalidade;
À Paula Sanches por ter sido a primeira pessoa a receber-me na redacção;
À Marina Almeida pelo espírito zen mesmo nos momentos mais difíceis;
À Luísa Esteves por tudo!
Obrigada a todos por tudo o que me ensinaram!“
10.20.07
Flor sem tempo.
Na mesma rua
Da mesma cor
Passava alegre
Sorria, amor.
Amor nos olhos
Cabelo ao vento
Gestos de prata
Da flor sem tempo
É dela o mundo
É certeza de viver.
Canta o sol
Que tens na alma
És a flor de ser feliz
Olha o mar na tarde calma
Ouve o que ele diz (2x)
Foi como o vento
Soprou num dia
Passava alegre
Alguém a via
É dela a vida
É certeza de viver
Canta o sol
Que tens na alma
És a flor de ser feliz
Olha o mar
Na tarde calma
Ouve o que ele diz (4x)
Intérprete: Paulo de Carvalho
Música: José Calvário
Letra: José A. Sottomayor
(Esta foi a música que Paulo de Carvalho interpretou no Festival da Canção, em 1971. Ficou em segundo lugar. Vi um dia destes os filhos, Mafalda Sacchetti e Bernardo Agir, a interpretarem-na num programa de televisão e achei a música muito bonita.)
10.11.07
Mais uma pérola.
Ontem assisti a mais uma pérola dita pelo LR. Digna de registo. Adoro os seus monólogos, principalmente quando são dirigidos ao MALIGNO. Uiii…que medo… LR (o meu vilão favorito)
LR: Doutor, não me esconda nada! Isto é o quê? Overdose da drograria…é medicamentos…é o quê?
Médico: Não é nada disso. De qualquer modo, eu não lhe posso dar um diagnóstico. Vou ter que a internar. Diga-me uma coisa: ela ultimamente não se tem queixado de nada?
LR: Não…quer dizer…ela ultimamente tem andado cansadita…dói-lhe o estômago…eu até pensei que a miúda estivesse grávida, veja lá..
Médico: E febre? Problemas respiratórios…?
LR: Nada. Nada disso. Coitadinha. Então ela é que toma conta de mim.
Médico: A Helena está em casa? Precisava de falar com ela.
Agente: Não. A única pessoa que estava em casa era ela. A mulher abandonou-o.
LR: Eh pá! A mulher abandonou o quê!? Isto aqui ninguém abandona ninguém! Isto aqui é uma casa decente! Mas que conversa é essa!? A Helena…ahh…está a passar uns dias fora, para descansar. É só isso! Eh pá, você não é polícia, ou o caraças!? O que é que tem de estar a meter-se na vida das pessoas!?
Agente: Preocupe-se agora com a sua filha!
LR: Olhe, você vá é buscar-me o telefone lá dentro! Está em cima da mesa da sala. Para eu telefonar à Helena. Vá lá!!
Médico: É preciso telefonar-lhe o mais rápido possível!
LR: Eu tenho de a avisar sobre o que se está aqui a passar com a Érica! Isto é…aii…eu tenho de a avisar do MALIGNO, está a perceber?
Médico: Enquanto você faz isso, eu vou chamar a ambulância.
LR: Eu tenho de a avisar do MALIGNO. Oh doutor, isto é assim. Nós temos que perceber todos que o MALIGNO anda aqui, percebe?
Médico: Trate lá disso, que eu vou chamar a ambulância.
(Médico sai. Agente entrega-lhe o telemóvel e sai. Começa o monólogo.)
LR: O MALIGNO está para aqui a rondar, está a perceber? O MALIGNO anda-me aqui às voltas na casa. O MALIGNO anda aí. Ele vê tudo. Mas agora é isto!? Eu sei que estás aí, ó filho da mãe!! Ó bandalho da merda! Agora vires atrás da minha filha!? Se é de mim, é de mim! É ali! Olhos nos olhos! De homem para homem, pá! Não é agora uma miúda desprotegida! Uma criança, pá…ahh. Que merda é essa, pá!!?? Cobardolas da merda! És um cobarde! É o que és! Vem aqui se és homem! Anda cá! Eu a ti fazia como o outro: sem pernas e sem bracinhos, comia-te à dentada! Desgraçado! Anda cá! Se me queres levar a mim, levas-me a mim, MALIGNO da merda! Aiii…
(Telefona à Helena)
Nada! Não atende. Onde é que aquela gaja está!? Aquela Helena, não atende… O que é que eu vou fazer? Anda cá, que eu sempre quero ver…queria ver tu a desceres aqui pá!! Olha que eu tenho amigos! Podes vir com os teus que eu venho com os meus! Encontramo-nos aí num sitiozinho. Pode ser num sítio escuro. Levas tantas que até vais ver…! É à cabeçada no céu da boca, mesmo!!
10.10.07
A Vida Interior de Martin Frost.
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O mais recente filme de Paul Auster estreia amanhã e foi filmado em Portugal.
10.09.07
“A Escritora Italiana”.
O novo filme de dois actores, que actualmente me são muito queridos, tem estreia marcada para este mês. Porém ainda não se sabe muito sobre o assunto. Mais informações aqui.
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Morreu há 40 anos.
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“Os poderosos podem matar uma, duas até três rosas, mas nunca deterão a Primavera”
Ernesto Rafael Guevara de la Serna
Hora da procura.
É chegada a hora da procura. A incessante procura que espero não ocupe muitos dias.
