No dia em que o Rato Mickey faz oficialmente 80 anos , resolvi recordar a minha infância. Tinha quatro anos, mas lembro-me de ficar colada à televisão para ver um desenho animado…Encontrei o genérico no “Mundo do Youtube”…
Em 1863, Abraham Lincoln aboliu a escravatura na América durante a Guerra da Secessão. 145 anos depois, Barack Obama chega a Presidente dos EUA. Ouvi algures um historiador dizer que a América tinha um dever moral de eleger um negro para a Casa Branca. Concordo com essa ideia.
Em 1963, houve alguém que disse “I have a dream“, curiosamente no Lincoln Memorial em Washington D.C….pode ser que o sonho comece agora a ganhar traços de realidade. Para a América e para todo o Mundo.
A candidata republicana à vice-presidência dos EUA pensava que estava a receber um telefonema de Nicolas Sarcozy… pois…é caso para dizer como na minha terra: “a pensar morreu um burro… ” (no ofence!)
Estou curiosa para ver este filme. Desde “A Selva” que aprecio o trabalho de Leonel Vieira. Confesso que, para mim, este filme tem mais um ponto a favor: o Ivo Canelas que interpreta o “malandro vagamente irresistível”. É o exemplo de um actor muito profissional e dedicado.
Estreia quinta-feira em pelo menos 40 salas de todo país e até de Luanda. Encontrei a informação aqui. Resta dizer que a música que fica no ouvido no trailler chama-se Love letters from a muthafucker e é dos Wraygun.
PS: Já depois da estreia, encontrei esta entrevista do Ivo Canelas, feita por uma jornalista que muito aprecio… Neve: you rock!!!
Era uma vez um rapaz que se chamava José. Conheceu uma rapariga chamada Marinha. Casaram. Seis filhos, sete netos e 50 anos mais tarde, continuam juntos. Uma relação que não foi de ouro, nem prata. Mas ainda assim, resistiu. Uma estória. Um exemplo.