03.17.09
O Suricata e o Javali.
Agora, neste exacto momento, lembrei-me do Timon e do Pumba. Não sei porquê…Se calhar foi de ver o Malato (Pumba! – no ofense!!:D) enquanto fazia zapping… Como eu gosto destes dois patetas, que se estrearam no Rei Leão, mas que foram ganhando mais protagonismo graças ao hino Hakuna Matata e à sua própria série (que infelizmente já não passa nos canais nacionais). Mais risota aqui.
“Detesto hienas!!Qual é o teu plano para distrair estes tipos??”
HULA!!
DDDD
Coisas que encontro por aí (III).
Hoje a Brasileira faz anos. 102 para ser mais precisa. Não é uma Brasileira qualquer. É a de Braga. Faço-lhe uma vénia. Com um timing perfeito para a conclusão das obras iniciadas ano passado por altura de vindimas, a actual administração do emblemático café reabriu as portas hoje de tarde. Não que eu tivesse presenciado o acontecimento, mas encontrei por aqui e ali indicações nesse sentido…
Escrever sobre a Brasileira, fez-me lembrar um passeio de escola que passou pela Rua Garrett, junto ao Largo do Chiado, em Lisboa. Lá estava (e ainda continua) sentado Fernando Pessoa, que uma amiga disse, alto e bom som, ser José Saramago (é perdoável…se não me falha a memória ele tinha ganho o Nobel há pouco tempo e estava tudo muito fresco na nossa cabeça de português que ganha poucos prémios e quando ganha faz festa o ano todo). Hoje quando olho para o Pessoa lá sentado, imagino parca e invariavelmente os tempos de intensa discussão artística, política, social (…) que quem por lá passava deve ter presenciado. Outros tempos, sem dúvida. Gostava de pisar aquele chão outra vez, mas numa tarde da década de 20…será isto a saudade daquilo que nunca se viveu?

